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Vigília
Um Corpo Estranho
Já não demora
Cai a primeira neve lá fora
E o meu corpo ficou vigilante
Para lá da hora
Lá onde mora
A ventura, é segredo por hora
O desígnio do peito é guardar
Quem vai embora
E vem a saudade furtiva
Alertar à lembrança que viva
Que o teu perfil fugidio
Volta sempre ao abrigo do frio
A mente tonta
E a manhã clandestina desponta
A provar que do tempo que corre
Não se dá conta…
De Sentinela
Ao apelo que vem da janela
Que partiu sem aviso e eu preciso
Esperar por ela
Escrita por: João Mota / Pedro Franco. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Cochise. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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