
Chuvas de Graça
Valdiner Pereira
Olhei para o céu, o chão estava seco e rachado
Senti o cansaço de quem muito tem caminhado
Não quero o orvalho que a manhã logo vem apagar
Eu quero o rio, Jesus, que me faça transbordar
Manda a chuva, Senhor, aquela chuva de graça
Que inunda o peito e o medo enfim perpassa
Não é um pingo, não é um momento, é uma inundação
O Teu consolador é a paz na minha escuridão
Tu disseste, Mestre, que não nos deixarias sós
No silêncio do quarto, ainda ouço a Tua voz
O Santo Espírito chegou, como um vento a soprar
Trazendo a força que eu precisava pra continuar
Dá-me virtude, oh, Pai, dá-me valor pra seguir
Pois o Teu amor é a fonte que não para de fluir
Não é um balde vazio, é um oceano de luz
Me batiza de novo no Teu nome, Jesus!
Chuvas constantes (eu clamo por Ti)
Fonte de amor (está viva em mim)
Caminhando na graça, dia após dia



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