Procissão
Velho do Rio
Ao relento, sinto que sobrevivi
Na aridez de um seco coração
Sangrando a nostalgia, sinto que sobrevivi
Em preces em vias de oração
Aos deuses do luar
Que me fazem cantar
Aos deuses do sertão
A tempo, sempre ali
Contemplo a solidão
De um abraço sigo a procissão
Eu entrego a Deus
Eu entrego a Deus
E ao mar de Xaraés
Ao pântano, sinto que sobrevivi
Do antigo templo à saudação
Idílio operante e sempre ali
A poesia do mato não para não
Marcando o boi a ferro
Aparto a solidão
Entoando os cânticos em procissão
Eu entrego a Deus
Eu entrego a Deus
E ao mar de Xaraés



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