
O Réu (Ensaio 12.2006)
Vis Compulsiva
Fica em massa
Não sei pra onde fugir
Paredes de metal
Não se rompem assim
Peles de força
Vestem a loucura banal
Acorrentados, perdidos sem perdão
Até quando vou ficar caro aqui
Até quando vou ficar sem uma ligação
No meio do nada largado a própria sorte
Estou preso nas paredes de metal
Sou inocente! E quem não é? É!
Sou inocente! E quem não é? É!
Sou inocente! E quem não é? É!
Sou inocente! Me deixe sair daqui
Até quando vou ficar caro aqui
Até quando vou ficar sem uma ligação
No meio do nada largado a própria sorte
Estou preso nas paredes de metal
Sou inocente! E quem não é? É!
Sou inocente! E quem não é? É!
Sou inocente! E quem não é? É!
Sou inocente! Me deixe sair daqui



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