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Parou Por Quê
Vitória Cristina
Parou Por Quê
Faz tempo que tá encostado fraco e sem forças pra se levantar
Faz tempo que fez da caverna um esconderijo
Pra refugiar
Faz tempo que não faz a obra não canta e não ora
Como um tempo atrás
Não prega mais minha palavra e pra minha casa já não quer ir mais
Largou suas armas e parou chorando disse não dá mais
Se entristeceu na guerra foi ferido ficou ferido
Mesmo assim não pare de lutar e não se de pôr vencido
Conto contigo, conto contigo
Parou por quê desistiu por quê
Sai desta caverna faz a minha obra
Vista a armadura se levanta agora
Parou por quê desanimou por quê
Filho eu vim aqui pra contigo falar
Mesmo ferido é você que eu vou usar
Ooh
Largou suas armas e parou chorando disse não dá mais
Se entristeceu na guerra foi ferido ficou ferido
Mesmo assim não pare de lutar e não se de pôr vencido
Conto contigo, conto contigo
Parou por quê desistiu por quê
Sai desta caverna faz a minha obra vista a armadura se levanta agora
Parou por quê desanimou por quê
Filho eu vim aqui pra contigo falar
Mesmo ferido é você que eu vou usar
Que eu vou usar
Será que você lembra de cada experiência
De quando eu te usei pra vidas restaurar
E outras que eu usei você para curar
Será que você lembra de cada experiência
De cada livramento que acalmei vento
Que mandei alimento pra te sustentar
Você se lembra do dia que orou e o fogo desceu
Quando profetizou e assim sucedeu
Tá agora na caverna querendo parar
Mas eu vou te usar eu vou te usar
Você não vai parar, você não vai parar
Não é tempo de você parar não deixa a prova te desanimar
Eu vou te usar, eu vou te usar
Parou por quê
Parou por quê
¿Por qué te detuviste?
Hace tiempo que estás apoyado débil y sin fuerzas para levantarte
Hace tiempo que hiciste de la cueva un escondite
Para refugiarte
Hace tiempo que no haces la obra, no cantas y no oras
Como antes
Ya no predicas mi palabra y ya no quieres ir a mi casa
Dejaste tus armas y te detuviste llorando, dijiste que no puedes más
Te entristeciste en la guerra, fuiste herido, quedaste herido
Aun así, no dejes de luchar y no te des por vencido
Cuento contigo, cuento contigo
¿Por qué te detuviste, por qué desististe?
Sal de esta cueva, haz mi obra
Ponte la armadura, levántate ahora
¿Por qué te detuviste, por qué te desanimaste?
Hijo, vine aquí para hablar contigo
Aunque estés herido, eres tú a quien usaré
Dejaste tus armas y te detuviste llorando, dijiste que no puedes más
Te entristeciste en la guerra, fuiste herido, quedaste herido
Aun así, no dejes de luchar y no te des por vencido
Cuento contigo, cuento contigo
¿Por qué te detuviste, por qué desististe?
Sal de esta cueva, haz mi obra, ponte la armadura, levántate ahora
¿Por qué te detuviste, por qué te desanimaste?
Hijo, vine aquí para hablar contigo
Aunque estés herido, eres tú a quien usaré
A quien usaré
¿Recuerdas cada experiencia?
Cuando te usé para restaurar vidas
Y otras veces te usé para sanar
¿Recuerdas cada experiencia?
Cada vez que calmé el viento
Y envié alimento para sustentarte
¿Recuerdas el día que oraste y descendió el fuego?
Cuando profetizaste y sucedió
Ahora estás en la cueva queriendo detenerte
Pero te usaré, te usaré
No te detendrás, no te detendrás
No es momento de parar, no dejes que la prueba te desanime
Te usaré, te usaré
¿Por qué te detuviste?
¿Por qué te detuviste?



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