
O Lobo da Estepe
Vivendo do Ócio
Agora eu sei, sobrou pra mim
Se não guardei ou me esqueci
Sinto a terra sob os pés
Ouço meu nome sob as marés
Em meio a caos que move o chão
A luz que tinge o mal e o bem
Aquele muro, um mundo além
Sou dos loucos, dos poetas perdidos
Borrando meus versos, caminhando nos trilhos
Nem sei mais o que fazer comigo
As palavras queimam e não apagam os sentidos
Quanto tempo faz que eu não me vejo
O que foi que me deixei esperando
Onde foi que anotei o endereço
Agora eu sei, não foi em vão
Nem arte ou meditação
A covardia da solidão
Em meio ao caos que move o chão
Eu me entreguei, não vi ninguém
A luz que tinge o mal e o bem
Aquele muro, um mundo além
Sou parte dos loucos, dos poetas perdidos
Borrando meus versos, caminhando nos trilhos
Nem sei mais o que fazer comigo
As palavras queimam e não apagam os sentidos



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