
A Dívida
Wes Di Castro
Vendas não trazem o sentido da vida
Me afasto pela ambição
Quem correu por baixo entende o fardo
O segredo e o sentido de não aprender a amar
Houve noites tão belas
Atenções sinceras, aplausos em vão
E essa pausa me joga de lado
Eu sinto que joga
Me endividei
Me endividei com favores
Amores sem flores que eu não puder dar
Me endividei
O tempo apagou as cores das flores que morrem no meu lar
O tempo apagou todas as cores do espectro
Tudo era colorido antes dos meu teto
E nessa estrada poluída de desafetos
Acabo sempre errando a saída paralela do incerto
Hoje perco mais
Ansiedade tão real
Metade da vida foi corrida, tão mortal
Sempre acordei cedo
Mas hoje não aguento mais
Preocupados quando do retrovisor, não enxergamos mais
Me endividei
Me endividei com favores
Amores sem flores que eu não puder dar
Me endividei
O tempo apagou as cores das flores que morrem no meu lar
Que morrem no meu lar
Me endividei
Me endividei com favores
Amores sem flores que eu não puder dar
Me endividei
Me endividei
Me endividei com favores
Amores sem flores que eu não puder dar
Me endividei
O tempo apagou as cores das flores que morrem no meu lar
Que morrem no meu lar



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