
Bruma
Zaia Freire
De manhã a encontrou
Em meio a tanta luz
Depois lhe perguntou
De seu vestido azul
E conduziu a sua mão
Como se fosse pra ir ao mar
E seus cabelos repartiu
Enquanto inspirava o ar
E ao cair da tarde
O dia escureceu
Perdeu a direção
Depois sumiu no breu
E quando enfim chorou
Foram lágrimas de ateu
Ao ver-se no espelho
Com um semblante
Que não era o seu
O que leva o coração
E as razões de se juntar
À multidão dos sentimentos
E caminhar entre pedras
Que calçam seus pés
E seu tempo que pulsa veloz
Quem me dera
Entender seus segredos
Desejo atroz



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