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Tempestade

Zandare

Maré no céu
Ponta-cabeça
A chuva que chega
Aviões de papel

Luz que rasga o cinza
Espelho na poça
Do que há em cima

Me lave
Pra longe daqui
Tão leve, tão grande
Como o próprio sol
A se despir

Trovejam almas em eterna tempestade
Trovejam almas em eterna tem

Se esvai a luz
Seduz
E trai

O que passou
Não voltará
São águas que escorrem
Direto ao mar
E o céu chorou
Mais uma vez
Alívio à sede
Mas dilúvios vêm

Luz que rasga o cinza
Espelho na poça
Do que há em cima

Me lave
Pra longe daqui
Tão leve, tão grande
Como o próprio sol
A se despir

Trovejam almas em eterna tempestade
Trovejam almas em eterna tem

Se esvai a luz
Seduz
E trai

O que passou
Não voltará
São águas que escorrem
Direto ao mar
E o céu chorou
Mais uma vez
Alívio à sede
Mas dilúvios vêm

O que passou
Não voltará
São águas que escorrem
Direto ao mar
E o céu chorou
Mais uma vez
Alívio à sede
Mas dilúvios vêm

Dilúvios vêm
Dilúvios vêm
Dilúvios vêm

Escrita por: Felipe Cassiola / Leonardo Diman / Mariana Monteiro / Vinicius Iared / Vitor Zangerolamo. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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