Suscríbete
Visualizaciones de la letra 12.029

Sertanejo Solitário

Zé Carreiro e Carreirinho

Eu moro num campo triste, onde o rio faz um remanso
Toda tarde eu penso a vida, no terreiro do meu rancho
Olhando lá no banhado, jaburu parece ganso
Codorna pia macio, e a perdiz pia de avanço ai

A saudade me aperta, desde a hora que eu levanto
Deste pobre coração, o suspiro sai de arranco
Quando me aperta nervosa, choro mesmo, falo franco
Tenho fé de ser feliz, to sofrendo por enquanto ai

Quando queima a camparia, forma um fumaceiro branco
Onde vem as andorinhas, pro verão de canto a canto
Desce as andorinhas pardas, que faz ninho no barranco
Eu divido a flor roxa, no brilhar dos pirilampos ai

O que mais me aborrece, é quando floresce os campos
Encosto a velha canoa, amarrada no barranco
Fico na porta do rancho, sentadinho no meu banco
Passo as mãos de vez em quando, nestes meus cabelos brancos ai

Escrita por: Carreirinho, Ze Carreiro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Jaime. Revisiones por 2 personas. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.

Comentarios

Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra

0 / 500

Forma parte  de esta comunidad 

Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Zé Carreiro e Carreirinho y explora más allá de las letras.

Conoce a Letras Academy

¿Enviar a la central de preguntas?

Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.

Comprende mejor con esta clase:

0 / 500

Opciones de selección