
Blues da Realidade
Zepelim e o Sopro do Cão
Andando pelas ruas nuas, noites escuras
Vivendo pesadelos e tormentos reais
Mas quando eu dou um trago e viajo no tempo
Tudo parece não me importar mais
Parece não me importar mais
É tudo tão banal e ao mesmo tempo irreal
Ilude, fere, sangra e mata qualquer mortal
Mas se você parar um pouco para pensar na vida
Parece não me voltar mais
Parece não me voltar mais
Sempre procurei viver sem fantasiar
E encarar a vida de um jeito mais cru
Mas quando escuto a voz de uma certa mulher
Tudo parece não me importar mais
Parece não me importar mais



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