Cantando a Raça Humana na Avenida
A Infinita Cadencia
Tribos de convívio muçulmano
Tinham há milhões de anos
Decretado a escravidão
A supremacia ditava
Pois o ego sustentava
Essa triste tradição
Escravizados partiam
Sem esboçar reação
No sincretismo e na fé
Demonstravam seu axé
Cultuavam os orixás
Dos Nagôs, candomblé
Instrumentos musicais
Legados estes que vieram dos ancestrais
Dos Bantos a capoeira
Ritmos e tradições
O samba também deixado
Hoje livre sem grilhões
Luther King
Mandela, Isabel e Zumbi
Buscaram a igualdade
Pra humanidade
Um só caminho seguir
A coisa nunca tá preta
Pois ela é multicolor
Negros, brancos, amarelos
Unidos num só amor
Hoje não há utopia
Isso é coisa do passado
Sem disputa e preconceito
Isso pode ser mudado
Oh, África mãe do mundo
Negro é a cor da vida
A Infinita Cadência
Canta a raça humana na avenida



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