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Velho de Guerra

Abílio Manoel

Mais uma tarde
O sol de Domingo
Minguando por detrás dos prédios
Ele na sala
Junto da família
Os seus conselhos, seus remédios.
Sua palavra de honra
E o soco na mesa
Passava contando histórias
Uma tarde inteira...

Mas que velho esse
Que ditados trouxe
Que mentira é essa!
Que verdade doce.

Na sua idade
Um peito de remador
Com rugas, vícios e vaidades.
Porta-retratos
Das moças que apaixonou
"por calles de otras ciudades"
Sua conversa fiada,
Curtida, maneira.
Passava contando prosa
Uma tarde inteira.

Mas que velho esse...

Uma figura
De um velho de guerra
Mas sempre moço de amor
As suas botas
Gastas pela terra
Sua coragem e o medo
De cruzar as ruas
Contou vantagens, vitórias
Que não foram suas.

Mas que velho esse...


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