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A Fome e o Poder
Ação Libertária
Olhos delatados, boca seca, calafrios.
Queixo tremulando, e no calor sentindo frio.
Visão turva, cefaleia, ossos frágeis, muita dor.
Não é doença, nem história, é a fome que estou.
Muito gado, muito trigo, muita pesca, muitos grãos.
A ganância dos humanos dilaceram a razão.
Vidas são ceifadas, massacradas por não ter
o valor monetário obrigatório pra comer.
A fome tem pressa, consome e destrói.
os silos estocam crueldade e cifrões.
Multinacionais e governos tiranos
fazem da fome um jogo insano.
Escrita por: Márcio Pigmeu. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Laiza. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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