Carapuça (A quem interessar possa)
Adeildo Vieira
Tô na minha casa
Tô na minha vida
Tô na minha sala (eu e minha gente)
Mas tô com meu sossego desassossegado que dá dó
Minha paciência impaciente, porque você está aqui
Sai da minha casa, larga a minha vida
Minhas pernas não querem andar pra trás
Desocupa a minha sala e devolve o meu juízo
Larga o meu timão prá eu navegar em paz
Sai da minha frente, esquece a minha gente
Meu povo sabe com quem vai ficar junto
Larga do teu papo, a gente é cabeça feita
Pra nós não há sentido nesse teu assunto
Pois teu norte é meus desnorte
Meu azar é tua sorte
Minha gente sem você fica contente
To moras pra outra rua
Tua rua é em outro canto
Lá você dá gargalhada e eu sou pranto
Meu olhar é tua cegueira
Meu olfato a ti não cheira
Meu tormento te alegra o pensamento
Tu ficar pra tua banda, juro não sair da minha
Cada qual segue o seu rumo, sua linha



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