Montro Fugaz
Ademilson Terto
Onde o oco habitou
Seres vem prosperar
Não falam, não sentem, não querem pensar
Onde o fútil reinou
Pôs-se um rei no lugar
Devora, as mentes, para assim governar
E as paredes vazias, desses seres banais
Acham que poesia, é frescura sem mais
Onde a arte ruiu
Por não poder se expressar
Mil vozes, gritantes o que o rei ordenar
A vontade fugiu
Se rendeu ao esperar
E a raiva, latente, se espalhou pelo ar
E as ruas sombrias, com esse povo a marchar
Rasgam as melodias, queimam todo lugar
E a massa virou, um monstro fugaz
A arte sangrou, com cifrões nada mais
E as ruas sombrias, com esse povo a julgar
Queimam Alexandria, sem o menor hesitar
E a massa virou, um monstro a gritar
Canções de louvor, pro dinheiro chegar



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