
Luz Negra
Adriano Japa
Coisa de pele é a febre que arde ao toque dos seus dedos
Que desenham no meu rosto
A primeira letra do teu nome
Da tua pele é o aroma que me envolve e me entorpece
Do primeiro beijo se instala o vício do teu sabor
A pista é seu habitat
A noite pra dançar
A vida passa em flashes
Luz negra
Nem tudo é o que parece
São teias de ilusão
Seu corpo serpenteia
Luz negra
Caleidoscópio de luz
Se forma em seu olhar
O chão roda em seus pés
Luz negra
Nuances de razões
Copos vazios no bar
Corpos perdidos no ar
Luz negra
Luz negra
Luz negra
Luz negra
Luz negra
Coisa de pele é o relevo do teu corpo onde eu me perco e não quero voltar
É o teu mundo paralelo ao meu
Tua boca teu hálito teu beijo
É o teu universo rico confuso
Tua vida traduzida numa tela abstrata
Sua voz calada, falada ou nada
Sua Lua sem prata
Seu toque de fada



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