
O Xamã Devorado e a Deglutição Bacante de Quem Ousou Sonhar Desordem
Agnaldo Amaral
Sou eu! Exu das artes
Na desordem que sonhei
Primeiro ato, a magia vem do sol
Trago cultura das entranhas com paixão
Desperta sanha canibal
Devora-me Vai-Vai
Em cena, do profano eu sou rei
Poesia que a alma alimenta
Xamã, a liberdade em manifestação
É fogo o desejo por revolução
Embriagado, nessa zorra pelado
Olha só que barato, tudo tão natural
E quando baco caiu na orgia
Fez da folia um bacanal
Indigesto, transei as boas
Cantei os bodes por aí
Desprezei a burguesia, a roda-viva venci
Guiei a trupe nos sertões em graças
Senhor do tempo e no prazer
Teatro, a zona, usina
Mente divina, oficina
De atuar, atuar pra poder voar
Hoje nos braços do povo
Pra ser imortal
Eternizado
Delírio de carnaval
Já clareou
Deixa clarear
Quem nunca viu o samba amanhecer, vai ver!
Segura que lá vem Bixiga, feliz da vida
Canta: Evoé!
Viva a voz da rebeldia
Saravá! José!



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