Iara
Alan Bernardes
Eu ouvi um canto me chamar, mas não decifrava
Qual era o propósito e qual o código deste meu ser
Eu sei que a existência é ter ciência que a gente veio pra brilhar
E nadar nas águas nas águas mais puras do mar
Logo essa aflição deve passar, eu sei que precisava
Ver os teus olhin brilhar e ver os teus olhin brilhar
Pouca coisa importa se a aberta a porta está só pra você entrar
Eu deixo o Sol entrar, meu bem
Eu deixo o Sol entrar
Eu vou me banhar ligeiro nas águas de mãe iara do mar sem medo
Peço licença para Iemanjá no berço me ninar sereia conte os seus segredos
Eu vou me banhar ligeiro nas águas de mãe iara do mar sem medo
Peço licença para Iemanjá no berço me ninar sereia conte os seus segredos
A suspensa noite devagar as flechas da mata
Abriu um clarão no mar e o feitiço desabar
E as raízes vão correndo o chão só vai colher quem for plantar
Se não plantar não dá, se não plantar não dá
As carícias de um curupira em um caiçara
Capoeira caipira pela flora a caipora
Ora que o feijão enrama o chão e o milho cresce pelo ar
Se não plantar não dá, se não plantar não dá
Eu vou me banhar ligeiro nas águas de mãe iara do mar (sem medo)
Peço licença para Iemanjá no berço me ninar sereia conte os seus segredos
Eu vou me banhar ligeiro nas águas de mãe iara do mar (sem medo)
Peço licença para Iemanjá no berço me ninar sereia conte os seus segredos



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