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Trovas Op 29 Nº1
Alberto Nepomuceno
Quem se condói do meu fado
Vê bem como agora eu ando
De noite sempre acordado
De dia sempre sonhando
O amor perturbou-me tanto
Que este contraste deploro
Querendo chorar, eu canto
Querendo cantar, eu choro
Querendo cantar, eu choro
Curvado à lei dos pesares
Não sei se morro ou se vivo
Senhor dos outros olhares
Só do teu fiquei cativo
Por isso a verdade nua
Este tormento contém
Minh'alma não sendo tua
Não será de mais ninguém
Não será de mais ninguém
Escrita por: Alberto Nepomuceno / Osório Duque Estrada. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
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