A Imperatriz Canta e Conta a Negritude Tchê!
Alexandre Bello
Gira coroa, quero ver girar
Imperatriz a negritude a exaltar
Firma o batuque de novo
Vem com a Leopoldina a alegria do povo
Singrando os mares
No balanço dos tumbeiros
O negro em seu destino aqui chegou
No batismo do tambor
A luta pela liberdade
Mãe África, já tão distante
Um horizonte de saudade
Do sacramento às lágrimas de sal
Floresce nesse solo a coragem
Tem no quilombo o clamor de igualdade
Forte, aguerrido e bravo!
Tenho orgulho, virtude e raiz
Alma valente! Negro gaúcho!
Um vencedor, eu sou a Imperatriz
Lanceiros, heróis da dignidade
Honra na revolução, a lealdade
Sabedoria no legado cultural
Tempero da ginga, a crença ancestral
Folclore tem magia
Linguagem singular em primazia
Na arte reafirma o seu valor
Veste o colorido enfeita a vida
Nas festas, faz ecoar um canto em devoção
Brilha a cor da noite, me fascina
Luz de ifé, é teu laranja amada Leopoldina!



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