
Oh Mãe
Allan Carvalho
Oh mãe
Eu visitei a tua casa velha
Oh mãe
A porta sempre entreaberta
Oh mãe
Eu vi novena e novela
Oh mãe
Será que ainda me espera?
As flores no mesmo cuidado
E o tempo passando a janela
O Sol da passagem da vida incerta
A rede embalando os pirralhos
As mangas caindo na pedra
O sal da saudade na casa velha
Era domingo e ninguém se lembrava
Que era dia de rua e de festa
E que sozinho sentado e calado
Ouvindo a Lua antiga seresta
Oh mãe
Senti o cheiro daquela fogueira
Acendendo a luz do terreiro
E o mês de São João no meu peito
Oh mãe
Eu sou aquela eterna criança
Que ainda tem esperança na paz e no amor
Tão acesa
Oh mãe
Eu visitei a tua casa velha
Oh mãe
A porta sempre entreaberta
Oh mãe
Eu vi novena e novela
Oh mãe
Será que ainda me espera?
As flores no mesmo cuidado
E o tempo passando a janela
O Sol na passagem da vida incerta
A rede embalando os pirralhos
As mangas caindo na pedra
O sal da saudade na casa velha
Era domingo e ninguém se lembrava
Que era dia de rua e de festa
E que sozinho sentado e calado
Ouvindo a Lua antiga seresta
Oh mãe
Senti o cheiro daquela fogueira
Acendendo a luz do terreiro
E o mês de São João no meu peito
Oh mãe
Eu sou aquela eterna criança
Que ainda tem esperança na paz e no amor
Tão acesa



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