
Praça da Aldeia
Allan Carvalho
Nunca me senti tão longe dessa casa do que sou
Cada grão de suas águas, cada grito dessas flores
Foram sempre as estrelas e sentia pelo rastro
Pelo chão dessas veredas, na poeira em meu olhar
No silêncio do meu peito
Sei que nunca é tarde pra voltar
Hoje o mesmo barco me levou
Pelas ruas raras do lugar
Fui a mesma margem desta areia
E a mesma infância no luar
Refletindo a luz de minha mãe
Me senti no colo do meu pai
E dormi profundo nesta rede
Minha voz, minha cruz
Tapajós, minha voz, minha aldeia
Minha voz, minha cruz
Tapajós, minha voz, minha aldeia
Nunca me senti tão longe dessa casa do que sou
Cada grão de suas águas, cada grito dessas flores
Foram sempre as estrelas que sentia pelo rastro
Pelo chão dessas veredas, na poeira em meu olhar
No silêncio do meu peito
Sei que nunca é tarde pra voltar
Hoje o mesmo barco me levou pela sua raras do lugar
Fui à mesma margem desta areia, vi a mesma infância no luar
Refletindo a luz de minha mãe
Me senti no colo do meu pai
Dormi profundo
Nesta rede, minha voz, minha cruz
Tapajós, minha voz, minha aldeia
Minha voz, minha cruz, tapajós
Minha voz, minha aldeia



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