Juazeiro
Alma Cunha de Miranda
Lá longe, no meu sertão
A seca quando vem, que desolação
A terra só tem poeira
São as cinzas da poeira que o sol deixa pelo chão
E torturando a seca passa destruindo
Só quem fica resistindo e tem sombra pra dar
É o juazeiro, verde cor da esperança
Quando a gente ao sol se cansa vai pra sombra se abrigar
Juazeiro do meu sertão
É graça que Deus manda, por salvação
A gente só tem guarida
Nessa sombra tão querida das estradas do sertão
Ó Juazeiro teu amor é semelhante
A outras sombras mais distantes pra se abrigar
Ó Juazeiro, na tua sombra eu me protejo
Que será do sertanejo se essa sombra se acabar



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