Você me acalma
Quando me veste
Com esse abraço tão acolhedor
Quando eu me sinto assim cansada
Dessa vida amor
Sem ilusões, sem emoções, sem esperanças
Por que minha alma

Já tropeçou por toda sorte
De fracasso e dor
E protegida no carinho
Desse abraço amor
Minha alma fica
Como a alma das crianças

Por isso chega
Da vida falsa da noturna vida das artistas
Desse romances de que somos mais protagonistas
Chega de usar tanto verniz
E tantos brilhos

Só quero agora
A paz sobre a porta daquela viga
O teu abraço, o teu olhar
Tua palavra amiga
E os meus bichinhos, minhas plantas
E meus filhos

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Written by: Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro. Isn't this right? Let us know.