Jacqueline, jacqueline
Flor e culto da verdade
Seu olhar, teu esplendor
Pujança e destemor
Da própria liberdade

Seu sorriso fascinante
É convite à compreensão
E pura salvação
Da própria humanidade
Livre como um rouxinol
Que entoa o seu cantar
No despertar das flores

Livre como a canção
Que faz do coração
O berço dos amores
Livre como respirar
O ar de um céu azul
E logo ter saudade
Livre como todos nós
E como deve ser
A doce humanidade

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Written by: João Francisco Gonçalves Neto / Victor Quintero. Isn't this right? Let us know.