
De São Miguel a Mercedes
Ângelo Franco
Ko yvy oguereko ijára, escutei teu grito Sepé
E me virei numa cuatiara das tribo de M'bororé
Na garupa do vento, veio um gritito pra mim
Riscado de adaga e lança, lutando pra não ter fim
É um gritito campeiro que já serviu de clarim
Gritou na goela de um taura e agora grita por mim
É um gritito campeiro que já serviu de clarim
Gritou na goela de um taura e agora grita por mim
Esta terra tem dono! Disse um índio do Rio Grande
Sou mescla desse entrevero, templado de terra e sangue
Por isso que quando escuto uma cordeona roncar
Chega me levantar o pelo e eu sou obrigado a gritar
Por isso que quando escuto uma cordeona roncar
Chega me levantar o pelo e eu sou obrigado a gritar
De São Miguel à Mercedes, de Santiago ao M'bororé
De Santo Isidoro à São Borja, donde canta um chamamé
No canto macho dos galos, na flor azul do aguapé
Ainda se escuta este grito do cacique Dom Sepé
No canto macho dos galos, na flor azul do aguapé
Ainda se escuta este grito do cacique Dom Sepé



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