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Soneto
Arnaldo Antunes
O mal estar que exala quem discorda
Porque não sente quase ou não entende
Concorda bem com o de quem assente
Sem romper a casca, e não acorda
Somente se distar de estar de frente
Distrai a sua mente da derrota
Distante como diante de uma porta
Destrói na letra preta o branco ausente
A vida do sentido o incomoda
Vigor de ponta a ponta da serpente
Que o branco ovo a cada dia lota
Suporta, não se importa ou então mente
Não compreende o que o prende à borda
O ouro da palavra, um acidente
Escrita por: Arnaldo Antunes. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Subtitulado por Luan. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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