Velhos Olhos
Aura Mazda
A covardia está sempre a duvidar
Silenciando o desejo de quem vê
Que ainda existe um sentimento
Tão estranho e tão distante a velhos olhos
E tal olhar sempre fingiu não perceber
Mas o desejo agora insiste em duvidar
Só um motivo a mais e posso compreender
Seu desespero, sua presença
Se é tão difícil dividir
Usamos força contra compaixão
Se é tão fácil derrotar
Aquele que lhe estende a mão
A implorar misericórdia
Mas velhos olhos não enxergam mais
É sempre o mesmo, a mesma ambição
E desespero
Me diga agora o que consegue ver
Das duas torres mais altas do mundo
Diga agora se consegue ver
As duas torres mais altas do mundo
Se estamos longe da virtude
Não há paz a nos reconhecer
Se não sente a verdade
Porque insiste em oferecer
A sombra de uma vida humana
Mas eu sei já não importa
É sempre o mesmo, a mesma ambição
E desespero
Não!!



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