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O meu verso vem de berço
Vem da Barsa, controverso
Lebre à noite é gato pardo
Vendo à vista, vendo em partes

Prezo um prazo, sai fiado
Cobra o preço do meu fardo
Já não peço em troca agrado
Quero artista, desvendar-te

Quero a arte que me cabe nesse esporte
Ser poeta de porte
Ser um atleta quem sabe de sorte
Amor na roleta

Quanto à morte de onde meço
Não é meta e sim começo
Não o norte, sou meu guia
A seta, não alvo
A via, a reta
A linha e o corte
Meu forte? Minha veneta
E procuro alguém com porte
Como curo essa faceta

Quero a arte que me cabe nesse esporte
Ser poeta de porte
Ser um atleta quem sabe de sorte
Amor na roleta

Escrita por: Aureo Gandur / Fred Sommer. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Clara. Subtitulado por Clara. Revisión por Clara. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.

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