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Guarda-chuva Desarmado
Avestruz de Cinta-liga
Não demoro a ver
O que vi logo que avistei
Da minha janela amadeirada
Eu vi a rua beber água
Da chuva de ontem que tomei
Não demoro a ver
Um pedaço de chão que esmaguei
No couro do meu sapato assolado
Vejo ainda crescer no mato
Um capim seco em que pisei
Não demoro a ver
Uma gota parada bem aonde eu deixei
Pobre guarda-chuva desarmado
Pois ainda cai no telhado
Sobra d’água da chuva de ontem
Que não choveu
Escrita por: Nathan Magalhães. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.



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