
Um Filho Que Canta Triste
Baitaca
(O culpado é o destino, meu pai, de tu não tá junto comigo)
(Só resta dobrar o joelho, em roda do teu jazigo)
(E uma tristeza que mundo afora cê vai)
(Já que não tenho meu pai, canto pro pai dos amigos)
Para escrever esses versos, minha ideia despertou
Para o meu pai que tombou, sem pelear, sem ter defesa
Com muita delicadeza eu fiz esses versos pra ti
Prometi e te escrevi, porém com muita tristeza
Do meu pai hoje só resta saudade e recordação
Das empreitadas de peão que eu e você fazia
Não pensou que aquele dia pranchasse na correnteza
E nem esperava a surpresa de morrer na covardia
Igual um touro faqueado, parece até que estou vendo
Aquele teu sangue correndo e tu não poder resistir
Muitas vezes me divirti, mundo afora com esse qüera
E meu peito, cê desespera Sentindo falta de ti
Um golpe bravo igual a esse, não tem coração que aguente
Perder um pai covardemente, uma lembrança persiste
Não tem taura que resiste, este golpe de maldade
Hoje só resta saudade e um filho que canta triste
(Quem ainda tem seu pai vivo, zele ele e trate bem)
(Respeite e considere que igual ele outro não tem)
(É o esteio do seu lar)
(E não adianta chorar depois que for para o além)



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