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Opereta Sertaneja

Banda Avis Rara

Bezerro magro de urubu ter dó, ter dó
Cacimba lama, depois sé pó
Capim bagaço garrancho graveto
Juriti, nambu, calango no espeto

Peito murcho não da leite
Mas acalma a criança
Pois não há quem aceite
Tanta falta de esperança

O gibão e minha armadura
O facão e minha espada
Manejada com a mão dura
Calejada na inchada

Meu Destino é morrer
Enterrado numa rede
Cansado de sofrer
De Fome ou de sede

Bezerro magro de urubu ter do, ter do
Cacimba lama, depois sé pó
Capim bagaço garrancho graveto
Juriti, nambu, calango no espeto

No sertão e diferente
Coronel sem patente
Escravo sem corrente
Terra sem semente

Mas quando a chuva molha a terra
Sai a vida até de pedra
E como em toda guerra
O sertanejo não se entrega

Salve meu sertão nordestino

Escrita por: Martin Luthero / Gustavo Ribeiro / Marcos Profeta. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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