De Cinzas, Fumaça, Lendas, Florestas... Desesperança
Banda Lúgubre
Como posso dizer ao amor
O sopro de dor que no coração carrego?
Moribundo, arrastado, nesse corpo devorador
Marchando para a morte, o aconchego
Não quero mais em teus olhos ver jorrar
Lágrimas que te feri, sonhos a te quebrar
Noites acesas; o teu corpo cansar
Enxergar algo ruim vindo me derrotar
Aprendi quanto o teu beijo desejo
Quanto o teu cheiro me enfeitiça
Quanto o meu peito clama, rainha!
Perdoe-me pelos meus erros, tão embriagados
Perdoe-me por não dizer o que há em meu coração
Perdoe-me por não ter expressado, de certo, a minha paixão
As cinzas, a brisa, às mágoas, a chama
Os olhos, o rosto, as facas, o sofrimento
As pálpebras, a Lua, as dores, a cama
Os dedos, o medo, os ossos, o encantamento
As cinzas, a lembrança, as pessoas, a fumaça
Os estalos, o desejo, os gritos, o desespero
As cabeças, a labareda, as chamas, a mudança
Os olhares, o temor, os encantos, o cheiro
A chama exala o amor do meu deslumbramento
Os outros fingem sofrer com o desaparecimento
E o ego da sobrevivência mata cada um por dentro
Não tem medo da dor, não podia ver no ardor
Das chamas que atravessa o corpo para uma tempestade
De cinzas, fumaça, lenda, florestas e desesperança



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