Rua das Flores, 66
Bangalô!
Vamos andar tão juntos, tão perto
Parecendo ser mais que um par.
Rodar o dia vendo a hora nas flores
A sorte na mão, na ilusão de te criar
Um dia cinza correndo,
Contando pra mim o que vai acontecer
Só mais um dia chovendo,
E eu me escondendo de mim, por que não quero ser assim.
Mais uma praça passando,
Um dia, um mês, mais um país que eu não conheço.
E nossos olhos olhando
Tantos nomes nas ruas - homenagens obscuras.
- É uma estátua desnuda,
Em frente à praça de animais e prostitutas?
- É a polícia rondando?
Olhando pra mim. Mas o que é que a gente fez?
Veja o palhaço chorando,
Numa esquina parado - é brincadeira o seu futuro.
Uma criança chorando.
Não há pai. Não há mãe. É um sinal de um novo fim.
Vamos andar tão juntos, tão perto
Parecendo ser mais que um par.
Rodar o dia vendo a hora nas flores
A sorte na mão, na ilusão de te criar



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