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Samba-Enredo 2026 - Bembé

G.R.E.S. Beija-Flor de Nilópolis (RJ)

Letra

Significado
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Samba-Enredo 2026 - Bembé

Atabaque ecoou, liberdade que retumba
Isso aqui vai virar macumba
Atabaque ecoou, liberdade que retumba
Isso aqui vai virar macumba

Deixa girar, que a rua virou Bembé
Deixa girar, que a rua virou Bembé
O meu Egbé faz valer o seu lugar
Laroyê, Beija-Flor, alafiá

Deixa girar, que a rua virou Bembé
Deixa girar, que a rua virou Bembé
O meu Egbé faz valer o seu lugar
Laroyê, Beija-Flor, alafiá

Não me peça pra calar minha verdade
Pois a nossa liberdade não depende de papel
Em Santo Amaro, todo 13 de maio
Nossa ancestralidade é festejada à luz do céu, ê-ê

Ê-ê, João de Obá, griô sagrado
Ê-ê, herança viva no mercado
Cantando, saudamos a nossa fé
As nações do Candomblé
Onde a paz e o respeito
Ressoam no couro do axé funfun
Não tememos ataque algum
A rua ocupamos por direito

Põe erva pra defumar
Um ebó pra proteger
Saraiéié Bokunan, Saraiéié
Nosso povo é da encruza
Arte preta de terreiro
É mistura de cultura
Multidão de macumbeiro

Põe erva pra defumar
Um ebó pra proteger
Saraiéié Bokunan, Saraiéié
Nosso povo é da encruza
Arte preta de terreiro
É mistura de cultura
Multidão de macumbeiro

O povo gira no xirê, a celebrar
A fé se espalha em cada canto, em cada olhar
Transborda magia no toque do tambor
Às Yabás, o balaio e o amor
Yemanjá, alodê no mar, no mar
É d'Oxum toda beleza do ibá

É reza no corpo, é dança na alma
A rosa, a palma, o Omolocum
É Dona Canô de todo recanto
Evoco a Baixada de Todos os Santos

Atabaque ecoou, liberdade que retumba
Isso aqui vai virar macumba
Atabaque ecoou, liberdade que retumba
Isso aqui vai virar macumba

Deixa girar, que a rua virou Bembé
Deixa girar, que a rua virou Bembé
O meu Egbé faz valer o seu lugar
Laroyê, Beija-Flor, alafiá

Deixa girar, que a rua virou Bembé
Deixa girar, que a rua virou Bembé
O meu Egbé faz valer o seu lugar
Laroyê, Beija-Flor, alafiá

Não me peça pra calar minha verdade
Pois a nossa liberdade não depende de papel
Em Santo Amaro, todo 13 de maio
Nossa ancestralidade é festejada à luz do céu, ê-ê

Ê-ê, João de Obá, griô sagrado
Ê-ê, herança viva no mercado
Cantando, saudamos a nossa fé
As nações do Candomblé
Onde a paz e o respeito
Ressoam no couro do axé funfun
Não tememos ataque algum
A rua ocupamos por direito

Põe erva pra defumar
Um ebó pra proteger
Saraiéié Bokunan, Saraiéié
Nosso povo é da encruza
Arte preta de terreiro
É mistura de cultura
Multidão de macumbeiro

Põe erva pra defumar
Um ebó pra proteger
Saraiéié Bokunan, Saraiéié
Nosso povo é da encruza
Arte preta de terreiro
É mistura de cultura
Multidão de macumbeiro

O povo gira no xirê, a celebrar
A fé se espalha em cada canto, em cada olhar
Transborda magia no toque do tambor
Às Yabás, o balaio e o amor
Yemanjá, alodê no mar, no mar
É d'Oxum toda beleza do ibá

É reza no corpo, é dança na alma
A rosa, a palma, o Omolocum
É Dona Canô de todo recanto
Evoco a Baixada de Todos os Santos

Atabaque ecoou, liberdade que retumba
Isso aqui vai virar macumba
Atabaque ecoou, liberdade que retumba
Isso aqui vai virar macumba

Deixa girar, que a rua virou Bembé
Deixa girar, que a rua virou Bembé
O meu Egbé faz valer o seu lugar
Laroyê, Beija-Flor, alafiá

Deixa girar, que a rua virou Bembé
Deixa girar, que a rua virou Bembé
O meu Egbé faz valer o seu lugar
Laroyê, Beija-Flor, alafiá

Samba-Enredo 2026 - Bembé

Vraag me niet om mijn waarheid te verbergen
Want onze vrijheid hangt niet van papier af
In Santo Amaro, elke 13 mei
Vieren we onze voorouders onder de hemel
Ê, ê, João de Obá, heilige griô
Ê, ê, levend erfgoed op de markt
Zingend groeten we ons geloof
De naties van candomblé
Waar vrede en respect
Weerklinken in de klank van axé funfun
We vrezen geen enkele aanval
De straat is van ons, dat is ons recht

Zet kruiden om te roken
Een ebó ter bescherming
Saraiéié Bokunan, Saraiéié
Ons volk komt uit de kruispunten
Zwarte kunst van de terreiro
Een mix van culturen
Een menigte van macumbeiros

Het volk draait in het xirê, om te vieren
Het geloof verspreidt zich in elke hoek, in elke blik
Magie stroomt over in de klank van de trom
Aan de Yabás, de mand en de liefde
Yemanjá, alodê in de zee (in de zee)
Het is d'Oxum, alle schoonheid van het ilá
Het is gebed in het lichaam, dans in de ziel
De roos, de palm, de Omolocum
Het is Dona Canô van elke hoek
Ik roep de Baixada van Todos os Santos

De atabaque weerklinkt, vrijheid die weerklinkt
Dit gaat een macumba worden

Laat draaien, de straat is Bembé geworden
Laat draaien, de straat is Bembé geworden
Mijn Egbé maakt zijn plek waar
Laroyê, Beija-Flor, alafiá

Escrita por: João Conga, Manolo, Sidney de Pilares, Salgado Luz, Marquinhos Beija-Flor, Marcelo Lepiane, Julio Alves, Diogo Rosa, Diego Oliveira, Cláudio Russo, Julio Assis, Chacal do Sax, Leo do Piso, Claudio Gladiador. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Tales. Subtitulado por Clara. Revisiones por 6 personas. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.

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