Vagabundo
Berg Menezes
Você que me chamou de vagabundo
De moribundo, que vira e noite e não se satisfaz
Você que já contou a minha história
Será estória, ou será mesmo o que vou viver?
Eu que já sofri sonhando tanto
Quieto em meu canto, perdoei-me e resolvi andar
E hoje você que me abatia
Não sabia mas minha força vinha do cantar
E esse meu canto que hoje eu canto aqui
Nesse canto pra quem quiser me ouvir
Não me resume, nem me explica
Mas é o que sobra de quem procura uma saída
Pra se encontrar, pra se mostrar pro mundo
Pra se entender, pra ser você no mundo...
Ô seu vagabundo!
Mesmo sem saber aonde eu piso
Só com teu riso me sinto forte pra continuar
E quando penso que estou cansado
Um ombro amigo me segura para eu não parar
E esse meu canto que hoje eu canto aqui
Que chegue em verso e possa te fazer sorrir
Não me resume, nem me explica
Mas é de certo, o grito rouco de uma vida
Que quer falar, que quer roubar um segundo
Do seu sofrer, do seu penar profundo...
Coração de vagabundo...
Hoje seu carinho comedido
Não é medido pois pareço agora tão normal
Mesmo assim não tenho nenhum medo
E no meu peito só existe amor... em tom maior
Ô seu vagabundo...
Coração de vagabundo...



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