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Filha da Aldeia - Cunhã

Boi Flor do Campo

Ecoam tambores de guerra
Na busca de equilíbrio e paz
Em meio às mulheres
Surge a nativa voraz

É a cunhã-poranga da aldeia
Forte, altiva e pulsante
Tira a honra de abay-iepé
Até a última gota de sangue

Cresci nessa aldeia, bicho flechei
Vi a caça, vi a pesca, terra lutei
A mata me fez mais forte
Amuletos que me trouxe sorte

Nas águas sagradas
Eu me banhei
Sou mulher, sou filha da terra
Meu ventre é minha lei

É giro, é dança, joelhos que batem
No chão que me nutra
Evolução e combate

Minha dança é altiva
Tambor que cintila
É maracá, é flauta que alucina

É noite de festa, teu corpo flutua
Garra, magia, calor e energia
Na dança guerreira, pintada pra guerra
Bato no peito sou filha da aldeia

Cunhã-Poranga


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