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Cachorro Maiado

Brinquinho e Brioso

Aprontei minha matula
Saí de madrugadão
Pra fazer uma caçada
Lá no arto do espigão

Eu levei o meu cachorro
Que era de estimação
Também foi meu cumpanheiro
Fio do cumpadre Tião

Eu sortei o meu maiado
Ele começou acuar
Peguei a minha espingarda
Que é de fogo centrar

E gritei pro cumpanheiro
Que tava noutro lugar
Fique firme na tocaia
Que o bicho já vai passar

Não demorô muito tempo
Meu cumpanheiro atirou
Eu pulei de alegria
Pensando que ele acertou

Nesse baque eu vi o viado
Que apontou no carreadô
Eu dormi na pontaria
Preguei fogo ele rolou

Eu chamei o meu maiado
Ele logo ali chegou
Veio todo ensanguentado
De um tiro que ele levou

Oiei pro meu cumpanheiro
Nessa hora ele inté chorou
Porque o tiro que ele deu
No meu cachorro acertou

Eu peguei o meu maiado
E pra casa eu carreguei
Quando foi de tardezinha
Lá em casa eu cheguei

Dei prele muito remédio
Mas nenhum eu acertei
O meu maiado morreu
Em riba dele eu chorei

Peguei a minha espingarda
Que tava em riba do laço
Dobrei ela no meu jueio
Fiz ela toda em pedaço

Eu fiz o meu juramento
Posso inté perder um braço
Porque desse dia em diante
Nunca mais caçada eu faço

Escrita por: Brinquinho / Brioso / Geraldo Costa. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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