
À Flor da Terra – No Rio da Negritude Entre Dores e Paixões
Bruno Ribas
Eu sou cria, sou banto, filho desse chão
Alvorada que desperta uma nação
À flor da terra, alma brasileira
Eu sou o samba da Estação Primeira
E vem cantar um rio entre paixões e suas dores
Abraça a negritude seus valores
Faz a travessia de Aruanda
Adeus Benguela, adeus cabinda e Luanda
Preto novo na Kalunga é a luz do jacutá
Kavungo! Vira terra, faz a morte se curvar
É malungo, é macumba, mundo novo pra viver
Se kaiango sopra o vento, faz a vida renascer
Kaiango mameto, kaiangô kaiango
Meu tata, kaiangá angola e, Angola
Na alma carioca incorporou
Construiu nossa identidade
Resistiu, quando a fé foi maculada pela opressão
E na cidade se deu a transformação
Saberes que vem do Zungu valem ouro
Na língua falado um tesouro
Legado do congo e d'Angola
E pelas ruas ao som do lundu
A força do sangue bantu
Transcende o tempo e aflora
No batuque do funk aos carnavais
Na magia das ervas ancestrais
Heranças do povo de santo no jeito de ser
De agir e pensar
Ninguém poderá abafar
Nem calar nosso canto



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