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O Azul Que Vem do Infinito

Bruno Ribas

O azul veio lá do infinito
Foi o sonho tão bonito no bairro de Oswaldo Cruz
Paulo, Caetano e Rufino cumpriram a sagrada missão
Portela, majestade do samba nasceu
Portela nos limites do tempo se fez imortal
Portela sua Águia Altaneira é o Espírito Santo

A bênção, Nossa Senhora da Conceição
E que nos guarde São Sebastião

Sete anos de vitórias para eternizar
E toda a Praça Onze com brilho no olhar

Ó deixa girar giro pavilhão
Baila Cisne Negro quanto emoção

Ah
Poesias fascinantes
Tantos carnavais, gravados na memória
Celeiro de bambas, de cantores imortais
Pérolas dos nossos ancestrais
Vaidosa, elegante no jeito de ser
Formosa, é a nossa razão de viver
Tão linda que o meu o coração se deixou levar
Inspiração, é o Paulinho cantando com a velha guarda
Anunciam os tambores da Tabajara
O Carnaval celestial
Quando a sirene tocar, vai ser de arrepiar

A herança que vem de outrora
É o centenário vou comemorar agora
Te amo, te amo, Portela
Vinte e duas estrelas a brilhar
Se for falar da Portela
Hoje não vou terminar

Escrita por: André Ricardo / Douglas Izzo / Edivaldo Gonçalves / Eli Penteado / Eliane Faria / Juninho Luang / Marquinho Do Pandeiro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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