
Pranto da Alma
Canário e Passarinho
Quando a tarde
Vai morrendo lentamente
E o véu da noite
Vem cobrindo a imensidão
Vem a saudade
Torturar a minha mente
E a luz da Lua
Mais aumenta a solidão
Neste desterro
Loucamente em que vivo
Desde o dia
Que perdi meu grande amor
Procuro em vão
E não encontro lenitivo
Nada existe
Que console a minha dor
Pois foi num dia
Numa tarde como esta
Que aquela santa
Para o céu Deus a chamou
E hoje em dia
Para mim somente resta
Velhas saudades
Daquele primeiro amor
O que tortura
Minha alma sofredora
É sua imagem
Que não consigo esquecer
Sinto em meu peito
Uma ânsia tentadora
Pois francamente
Eu também quero morrer



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