
Frente Ao Alpendre
Carlinhos Oliveira & André
Hoje rodando sem destino pela estrada
Algo mais forte deu em mim, me fez parar
Frente a porteira lá do sítio onde eu morava
E uma lágrima no rosto vi rolar
Alguns segundos pareceram eternidade
Voltei aos tempos mais sublimes de minha vida
E do presente desliguei a minha mente
E embarquei rumo a infância tão querida
Quanta saudade! Oh, meu Deus! Quanta saudade!
A vida é dura, mas só posso agradecer
Cada palavra do meu pai foi um tijolo
Pra construir o meu caráter e o meu ser
Tantas histórias e lembranças, modas boas
Nossa casinha e um jardim todo florido
Frente ao alpendre, oh, meu Deus! Quanta saudade
Papai reunia a família e alguns vizinhos
A prosa boa em frente à casa, no gramado
Corria solta a criançada no pomar
Tudo era festa, brincadeiras que rolavam
Belas lembranças, muita história pra contar
Papai contava pro vizinho sobre a roça
Do que fez hoje e o amanhã como faria
Em longas prosas discutiam experiências
Dessa labuta e do suor do dia a dia
Quanta saudade! Oh, meu Deus! Quanta saudade!
A vida é dura, mas só posso agradecer
Cada palavra do meu pai foi um tijolo
Pra construir o meu caráter e o meu ser



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