visualizaciones de letras 118

Sou um camponês e trago comigo o sol da manhã
E do meu sertão a canção que existe trago também
E num grito aberto vou caminhando pela cidade
E vão se ouvindo por todos os lares minha ansiedade

Eu sou a triste dolente queixa
Dos confins destes sertões, de todos que vivem lá
E trago na mochila da ilusão
Um amante coração que vive sempre a sonhar
Eu trago no tempo problemas graves
De um povo sacrificado por um momento viril
E vou cantando a doce pena
Do amor de uma morena do sertão do meu Brasil

Trago as caricias das mãos calejadas de um lavrador
Que trabalha a terra e clama em seu canto justiça melhor
E num grito aberto vou caminhando pela cidade
E vão se ouvindo por todos os lares minha ansiedade

Escrita por: Carlos Cezar / Mauricio Cardoso Ocampo. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

Comentarios

Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra

0 / 500

Forma parte  de esta comunidad 

Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Carlos Cezar e Cristiano y explora más allá de las letras.

Conoce a Letras Academy

¿Enviar a la central de preguntas?

Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.

Comprende mejor con esta clase:

0 / 500

Opciones de selección