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Balada do Rio Doce
Carlos Galhardo
Cadê meu barco
Cadê minha rede de franja
Eu vou juntar minhas coisas
Vender minha granja
Vou pelo rio sozinho remando
Esta saudade comigo levando
Como a saudade dói
Como a saudade dói
Meu Rio Doce meu rio de tanta lembrança
Doce no nome amargo na minha esperança
Vou-me embora amanhã de manhã
Noites de Ji-Paraná
Lá da ponte ninguém com certeza
Virá me dizer um adeus
Triste de quem como eu
Sabe que tudo acabou
Menos o amor que era seu
E ficou
Cadê meu barco
Cadê minha rede de franja
Eu vou juntar minhas coisas
Vender minha granja
Escrita por: Alcir Pires Vermelho / Jair Amorim. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Nelson. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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