
Riviera
Carmem Manfredini e Tantra
Com as cortinas fechadas, fantasmas na sala de estar.
Se a luz é forte me cega, se é fraca também não consigo enxergar
Os meus monstros nascem do medo da solidão
Enquanto eu vejo meu nome num letreiro de néon
No meu baú de lembranças eu nunca guardei rancores
Não me lamento de nada apenas coleciono amores impossíveis
Eu tenho a calma e o desespero
Que tem um naufrago no mar
Que tem um pássaro ferido
Que ainda sonha em voar
Demorei tanto tempo pra entender o que me faz bem
É que o meu coração ferve toda vez que o meu pensamento escolhe alguém
Eu quero acreditar em algo superior
Somos escravos da fé e ela tem a medida da dor
No meu baú de lembranças eu nunca guardei rancores
Não me lamento de nada apenas coleciono amores impossíveis
Eu tenho a calma e o desespero
Que tem um naufrago no mar
Que tem um pássaro ferido
Que ainda sonha em voar
E com as minhas lágrimas, eu sigo regando as flores.
E pelo meu caminho, eu vou encontrando amores impossíveis



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