
Homem Rural
Cenair Maicá
Trabalhando, trabalhando não viu a vida passar
O suor que regou a terra nem sementes viu brotar
Trabalhando, esperando enfrentando chuva e Sol
Enxada na terra alheia nunca traz dia melhor
Assim a geada dos anos foi lhe branqueando a melena
E este homem rural, hoje é peão de suas penas
E este homem rural, hoje é peão de suas penas
E quando as ervas campeiras, já não me curam as feridas
Perdido na capital, na esperança de mais vida
Chegou, ficou e esperou por uma mão estendida
Por que o deixam tão só, por que lhe negam guarida
Por que o deixam tão só, por que lhe negam guarida
De que vale tanta ciência para o pobre agricultor
Quando a própria previdência, o esqueceu num corredor
Quando a própria previdência, o esqueceu num corredor
Esperando, esperando enfrentando chuva e Sol
Enxada na terra alheia nunca traz dia melhor
Esperando, esperando por uma mão estendida
Por que lhe deixam tão só porque lhe negam guarida
Por que lhe deixam tão só porque lhe negam guarida



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