O Rio Do Destino
César Mocarzel
Como estão os seus dias? Diz.
Quantos são os seus sonhos?
Que ao vê-los nos meus são pés em viés
Dez ou mais argumentos não têm valor pro destino
E ela desatinou
Mandou-se às favas,
Desceu a Avenida Ipiranga
Cantarolando Noel,
Foi no primeiro avião
Havia outras desfilando na avenida
Era ela toda prosa, quando olha da janela
E via o Rio aos seus pés
Então, tão afoita ela foi
Pra tecer na Portela
O seu imaginário, coração
Olha lá, tá sambando em Paquetá
Há pelo menos dois dias e sei que não quer parar
A branca mais preta que o samba já viu
É de Saravá, de Xangô
Mandou-se às favas,
Desceu a Avenida Ipiranga
Cantarolando Noel,
Foi no primeiro avião
Havia outras desfilando na avenida
Era ela toda prosa, quando olha da janela
E via o Rio aos seus pés
Então, tão afoita ela foi
Pra tecer na Portela
O seu imaginário, coração
Olha lá, tá sambando em Paquetá
Há pelo menos dois dias e sei que não quer parar
A branca mais preta que o samba já viu
É de Saravá, de Xangô



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