Suscríbete
Visualizaciones de la letra 4.755

Num Posto, Num Fim de Mundo

César Oliveira

Troveja mágoas do agosto
"Baldas" de tempo grongueiro!
Trago amilhado um parceiro
Patas brasinas, gateado
Que quando o dia é dos brabos
E o passo se para fundo
Num posto, num fim de mundo
É quem me tira garreado

A vacage do espinilho
Vem despejando o terneiro
E o destino de posteiro
Se arrocina no serviço
Compromisso é compromisso
Não tem se boca entaipada
Quando não chove, cai geada
O inverno é feito pra isso!

Refrão:
Num posto, num fim de mundo
As léguas são mais compridas
As tardes mais encardidas
E as horas custam passar
Camperear e camperear
É o que me toca na vida
Graças a Deus tenho a lida
Que me permite sonhar

O "Campomar" encharcado
Já pesa mais um "poquito"
E o vento segue maldito
Riscando o vão da canhada
Uma borrega atracada...
Não deu pra salvar o cordeiro!
É assim no mundo campeiro
"Ás vez" se perde a parada

Desencilho no galpão
Onde a intempérie se acalma
O mate que aquece a alma
Sustenta um vício profundo
Um rádio gasta os segundos
Entre milongas e prosas
E a noite adentra morosa
Num posto, num fim de mundo.

Escrita por: Anomar Danubio Machado Vieira, Rogerio Mello. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

Comentarios

Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra

0 / 500

Forma parte  de esta comunidad 

Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de César Oliveira y explora más allá de las letras.

Conoce a Letras Academy

¿Enviar a la central de preguntas?

Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.

Comprende mejor con esta clase:

0 / 500

Opciones de selección