Cinzas de Novembro
Chico Madureira
Reguardo os sonhos do peito
Deixo o coração bater
Sem túmulto, docemente
Amarro o leme da vida
Navego sem querer saber
E lembro o teu corpo ausente
Cinza de céu de Novembro
Enfeitem de névoa e luz
A cama, como um navio
No abandono do cais
As promessas da manhã
São horizonte vazio
Rasga-se a voz da memória
Que resta, contando a história
De tudo o que já passou
As tempestades levaram
Qualquer troféu de vitórias
Que a nossa vida deixou
Se nunca mais te encontar
E o tempo passar por nós
Escrito em traços repetidos
Prometo guardar nos braços
O calor dos teus abraços
Como o Sol dos meus sentidos



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